Engenharia Biomédica

Maio 30, 2007

Médias:

Saídas profissionais

Os pedidos de Engenheiros com o perfil do Engenheiro Biomédico, com conhecimentos em biologia e medicina, estão a crescer rapidamente. Como exemplos de saídas profissionais apontam-se:

  • Empresas de equipamento e instrumentação médica.
  • Empresas de material farmacêutico.
  • Hospitais, nas áreas de física hospitalar, engenharia clínica e manutenção de equipamento.
  • Laboratórios de investigação e desenvolvimento de grandes empresas.
  • Indústria farmacêutica e de análises.
  • Laboratórios de faculdades de Medicina, universidades e organismos estatais.
  • Empresas de biomateriais.
  • Empresas ligadas à área da saúde.

 

 

 

Estatuto profissional – A Engenharia Biomédica usa princípios de engenharia electrónica, mecânica, química e outras (por exemplo informática), para compreender, modificar ou controlar sistemas biológicos, assim como para conceber e produzir instrumentação médica capaz de monitorizar funções fisiológicas, auxiliar o diagnóstico e apoiar o tratamento médico. Os engenheiros biomédicos podem ainda participar na medicina de reabilitação e reconstrutiva. Quando os engenheiros biomédicos trabalham no seio de um hospital são muitas vezes chamados engenheiros clínicos. Ao contrário de outro pessoal clínico tal como médicos, enfermeiros e outros tecnólogos da

saúde, os engenheiros biomédicos têm em geral pouco contacto directo com os pacientes

Funções 

As funções de um engenheiro biomédico são de natureza bastante variada e incluem: 

  • funções dentro das unidades clínicas, nomeadamente nas vertentes – analítico-instrumental de apoio ao diagnóstico, vertente electrónica instrumental de manutenção da instrumentação, e, em casos particulares, na concepção e implementação de dispositivos de reabilitação; 
  • funções de caracterização e monitorização do ambiente hospitalar – assepsia das enfermarias e quartos, esterilidade dos blocos cirúrgicos e de urgência, que podem ser exercidas por “outsourcing”; 
  • funções de apoio à venda e utilização de material clínico, ou seja, funções de natureza técnico-comercial; 
  • funções de especificação, concepção e fabrico de próteses e dispositivos médicos (incluindo os aspectos respectivos à garantia de qualidade); 
  • funções de regulamentação e apoio ao nível dos organismos dependentes do Ministério da Saúde;
  • funções de investigação e desenvolvimento em centros académicos de investigação e nas empresas produtoras de material clínico. 

Estimativas de Empregabilidade 

Tendo em conta as funções acima identificadas, em princípio, as saídas profissionais envolvem: 

todas as unidades hospitalares de grande porte, que deverão ter vários profissionais deste tipo, tendo em vista a quantidade e a diversidade de funções que lhes estarão cometidas; 

  • os centros de saúde com um mínimo de material clínico, o que se passa neste momento com praticamente todos os centros de saúde dos concelhos portugueses; 
  • os centros de diagnóstico e de hemodiálise; 
  • as empresas representantes de material clínico; 
  • as fábricas de material hospitalar, de dispositivos médicos e de dispositivos de reabilitação – de próteses, membranas de hemodiálise, de “kits” de diagnóstico, de águas para uso clínico (soro fisiológico, hemodiálise, água bidestilada, etc.); 
  • os SUCH do Ministério da Saúde;as unidades de investigação biomédica.

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